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Deputados federais de Maringá têm se mostrado cautelosos ao comentar sobre a proposta do Governo Federal que visa a alteração na escala de trabalho de seis dias seguidos por um dia de descanso, bem como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) relacionada. Ambas as iniciativas estão atualmente sendo discutidas na Câmara dos Deputados.
Recentemente, o projeto de lei do Executivo foi apresentado na Casa Legislativa, mas sua votação foi adiada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) após dois parlamentares da oposição solicitarem mais tempo para análise da proposta.
Na sexta-feira (17), está agendada uma reunião entre representantes do Governo e membros da Câmara para debater o progresso dessas propostas. A expectativa é que se busque um “meio termo” que considere tanto os interesses do governo quanto os anseios do setor empresarial, segundo informações divulgadas.
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A equipe do Maringá Post buscou opiniões dos três deputados que representam a cidade sobre esse tema. Apenas Luiz Nishimori (PSD) se manifestou, declarando-se contra a nova proposta.
Nishimori argumentou que a diminuição da carga horária poderá “aumentar os custos para as empresas” e impactar negativamente nas contratações, além de “possivelmente levar ao fechamento de pequenos negócios”. Ele ressaltou que setores que necessitam operar diariamente poderiam ser severamente afetados, dificultando sua continuidade.
Ricardo Barros (PP) revelou que está em diálogo com o setor produtivo para melhor compreender os argumentos antes de formular sua opinião. Já Sargento Fahur (PSD) não respondeu às tentativas de contato do Maringá Post.
O post Deputados federais de Maringá evitam se posicionar sobre o fim da escala 6×1 apareceu primeiro em Maringa Póst – Independente, sempre..
