Economia criativa: da tatuagem ao turismo, a experiência redefine o valor dos novos negócios
A economia criativa se consolida como um dos vetores mais dinâmicos da nova matriz econômica brasileira. Em 2025, o país registrou a abertura de 4,6 milhões de pequenos negócios — sendo 77% deles Microempreendedores Individuais (MEI). O movimento ajudou a sustentar o crescimento de 2,3% do PIB no período e sinaliza uma mudança estrutural: o valor deixou de estar apenas no produto e migrou para a experiência, a personalização e a curadoria.Nesse cenário, profissionais que operam na interseção entre técnica, sensibilidade e estratégia passam a ocupar posições de destaque. É o caso de Eder Galdino, que transformou a tatuagem em ativo de alto…
