BTB Soluções alerta para o impacto financeiro do downtime em operações que dependem de tecnologia móvel

Falhas tecnológicas em dispositivos móveis elevam custos operacionais e o uso estratégico de Mobile Device Management (MDM) surge como solução para a continuidade dos negócios em diversos setores

BTB Soluções, referência em inteligência para mobilidade corporativa, apresenta uma análise técnica sobre o impacto do downtime, tempo de inatividade, no desempenho financeiro de operações externas. Em setores que dependem de mobilidade, como logística, varejo e serviços, o tempo de inatividade de dispositivos móveis em campo está deixando de ser uma falha técnica para se tornar um prejuízo financeiro direto.

Em ambientes corporativos, situações downtime vão além do incômodo e elevam os custos operacionais devido à perda de produtividade. Nesse contexto, o Mobile Device Management (MDM), gestão de dispositivos móveis, deixa de ser apenas uma ferramenta de suporte para se tornar uma estrutura fundamental da estratégia de negócios.

“Um tablet que não inicia ou um smartphone que perde a conexão durante uma rota logística não representa apenas uma falha técnica momentânea. Para empresas com grandes operações de campo, esses episódios geram prejuízo financeiro direto. No campo, a agilidade na resolução de problemas é o que define a rentabilidade da rota. A inteligência em MDM aplicada pela BTB permite que o diagnóstico e a correção ocorram de forma remota, eliminando o improviso e a necessidade de retorno do profissional à base”, afirma o CEO da BTB Soluções, Bruno Gomes.

A relevância do Mobile Device Management (MDM) para a indústria é fomentada pelas projeções de mercado. De acordo com o relatório da Markets and Markets, o mercado global de MDM deve saltar de US$ 6,9 bilhões em 2022 para US$ 22 bilhões até 2027. Esse crescimento de 25% ao ano reflete a urgência das companhias em garantir previsibilidade operacional em um mundo cada vez mais dependente da mobilidade.

Para o executivo, o MDM é uma decisão estratégica que separa empresas reativas daquelas que operam com previsibilidade e escala. “Manter a operação em movimento é uma questão de negócios. Garantir que o dispositivo esteja ativo, seguro e funcional é o que permite ao time de campo focar exclusivamente na execução de suas metas”, conclui o executivo.

By Balcão da Notícia

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