Felipe Bernardi Capistrano Diniz diz a verdade e faz com que Eduardo Cunha continue na prisão

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Não é novidade para ninguém que Eduardo Cunha sempre exerceu um papel de destaque na política brasileira. Sua influência o fez permanecer por longos anos representando o cenário da velha política.

A força de Eduardo Cunha fez com ele fosse capaz de presidir a Câmara dos Deputados de 1º de fevereiro de 2015 até renunciar ao cargo em 7 de julho de 2016, e durante este período conseguiu controlar o andamento dos processos legislativos.

Exemplo de político envolvido com as mais diversas falcatruas, a máscara de Cunha começou a cair a partir do momento em que a Operação Lava Jato ganhou força, deixando seu rastro de sucesso no combate à corrupção na história do país.

Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, quando perdeu o foro privilegiado e seu processo foi remetido à primeira instância, e Eduardo Cunha certamente passou a temer que poderia passar o resto de seus dias dentro de uma cela na prisão.

Motivado a criar histórias para livrar-se de uma condenação, Eduardo Cunha passou a apresentar alibis visando afugentar-se de seus próprios crimes. O ex-parlamentar era acusado de receber propina em conta secreta na Suíça. Em sua defesa, alegou que se tratava de devolução de empréstimo que havia concedido, anos antes, ao ex deputado Fernando Alberto Diniz.

Ocorre que Fernando Diniz já havia falecido, e mencionou que o filho dele, Felipe Bernardi Capistrano Diniz, fora responsável pelo depósito em questão, cujo valor da quantia era de um milhão e quinhentos mil dólares, que estranhamente sequer havia contrato de empréstimo.

Chamado para prestar depoimento, Felipe Bernardi Capistrano Diniz disse de forma clara a verdade, expondo que desconhece qualquer negócio entre seu pai e Cunha. Negou ter feito a devolução de qualquer espécie e ainda ressaltou que se esse dinheiro fosse do pai, o teria utilizado em prol da família ao invés de quitar o mútuo se por hipótese tivesse ocorrido.

Comprovada a verdade em seu depoimento, Felipe Diniz sentiu-se convencido que de havia colaborado com a sociedade, por prestar esclarecimentos que foram essenciais para que Eduardo Cunha permanecesse preso, proporcionando ao povo brasileiro a sensação de que finalmente a justiça está sendo feita e que lugar de político corrupto é na cadeia.

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