Da sala de aula ao mercado: as techs latinas que acompanham toda a jornada do cidadão moderno

A América Latina vive um de seus momentos mais expressivos no cenário global. Não apenas na música, onde artistas como Bad Bunny dominam o Super Bowl e os charts mundiais, mas também na economia e nos negócios. Pela primeira vez, é possível traçar o percurso completo de um jovem latino, do vestibular ao emprego, do consumo ao cuidado com a saúde, inteiramente dentro de um ecossistema 100% regional. Uma nova geração de empresas nascidas na região está redefinindo setores inteiros, atraindo bilhões em investimento e, principalmente, mudando a rotina de dezenas de milhões de pessoas.

O Mercado Livre supera a Petrobras em valor de mercado e entra no seleto grupo das 50 marcas mais valiosas do mundo, segundo o ranking BrandZ 2025 da Kantar. O Nubank ultrapassa 112 milhões de clientes e se torna a marca mais valiosa do Brasil, com avaliação de R$ 214,76 bilhões. A Rappi fecha 2025 como o unicórnio tecnológico mais valioso da América Latina, segundo o ranking CB Insights, com valuation de US$ 5,25 bilhões. E assim a lista cresce.

Por trás desses números, há uma narrativa ainda mais poderosa: a América Latina não apenas responde às demandas do mercado global, ela agora as cria. O idioma espanhol está no centro das conversas globais e, pela primeira vez, a região passa de consumidora de tendências a exportadora de referências, na música, na tecnologia e nos negócios.

O Mercado Livre e o Nubank são os dois pilares que provaram ao mundo que é possível construir gigantes tecnológicos de escala global a partir da América Latina. O primeiro reinventou o varejo e os pagamentos; o segundo desafiou décadas de oligopólio bancário. Juntos, abriram portas, de capital, de talento e de imaginação, para toda uma geração de empreendedores regionais. A Rappi veio logo depois, como o superaplicativo colombiano que entrega de tudo: comida, remédio, dinheiro. Em minutos. Com investimentos confirmados de mais de R$ 1,4 bilhão no Brasil até 2028 e parcerias estratégicas com Amazon e PicPay, consolidou-se como motor da economia urbana latina.

No campo da educação, a Filadd ocupa um lugar singular nesse ecossistema. Fundada na Argentina e hoje com mais de 3 milhões de estudantes em cinco países, chegou ao Brasil em 2021 com uma missão clara: tornar a preparação para o ENEM e os grandes vestibulares acessível, personalizada e eficaz para qualquer jovem, independentemente de sua condição financeira ou localização geográfica. No mercado de trabalho, a Gupy cumpre um papel equivalente: com mais de 30 milhões de currículos sob gestão e presença nos processos seletivos de gigantes como Ambev e GPA, sua IA proprietária, a Gaia, reduziu em até 70% o tempo de contratação em grandes empresas. E fechando essa jornada, a Betterfly, conhecida como o primeiro “unicórnio social” da América Latina, une seguros, bem-estar e impacto social em um modelo gamificado: quanto mais o usuário cuida da própria saúde, seja caminhando, meditando ou dormindo bem, maior se torna sua cobertura e maior o volume de doações geradas para causas sociais.

Há um fio condutor nesse ecossistema que vai além das métricas de crescimento. Um jovem brasileiro que se prepara para o ENEM com a Filadd, conquista sua vaga na universidade pública, é contratado por uma empresa que usa a Gupy, começa a consumir e investir pelo Mercado Livre e pelo Nubank, pede o jantar pelo Rappi e cuida da saúde pela Betterfly. Esse percurso, inteiramente dentro de soluções nascidas na América Latina, é o argumento mais poderoso que qualquer ranking de valor de mercado poderia oferecer: a região não exporta apenas matéria-prima. Ela agora exporta soluções de ponta que transformam vidas de ponta a ponta.

No campo da educação, esse avanço encontra respaldo nos números do próprio setor. Pela primeira vez na história, a modalidade de educação à distância (EAD) supera o ensino presencial no Brasil: segundo o Censo da Educação Superior 2024 do Inep, 50,7% das matrículas de graduação no país já são a distância, um crescimento de 286% na última década. Em paralelo, a Global System for Mobile Communications Association aponta que 65% da população da América Latina já acessa a internet pelo celular, uma geração que não separa tecnologia de aprendizado. É nesse terreno que o setor de edtechs regional segue em expansão acelerada, impulsionado por uma demanda que os modelos tradicionais de ensino ainda não conseguem atender. A América Latina não apenas dança ao ritmo do mundo. Ela agora educa, contrata, vende e cuida da saúde dentro de casa.

Sobre a Filadd

A Filadd é um cursinho online pré-vestibular 100% personalizado que vem transformando a forma como os estudantes se preparam para o ENEM e vestibulares. Com mais de 3 milhões de usuários e presença internacional, a edtech nasceu na Argentina e chegou ao Brasil em 2021 com o propósito de democratizar o acesso à educação de qualidade. Unindo inteligência artificial, tecnologia de ponta e acompanhamento humano próximo, a Filadd oferece uma preparação adaptada à realidade de cada aluno. A metodologia já contribuiu para aprovações em universidades como USP, UERJ, UFSC, UFOP e UERN.

    

By Balcão da Notícia

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