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Neste sábado (30), o Espaço Solagasta será palco da mostra teatral “Arquivos de Corpo”, apresentada por estudantes do curso de Artes Cênicas da Universidade Estadual de Maringá (UEM). A programação conta com três cenas originais, criadas e dirigidas por alunos do quarto ano.
A equipe organizadora acredita que essas mostras independentes incentivam os participantes a enxergarem a viabilidade de viver da arte.
Clara Soares, uma das atrizes envolvidas no projeto, comenta: “Durante nosso tempo na universidade, a criação artística se torna mais fácil devido ao suporte que recebemos da instituição. Porém, ao deixarmos esse ambiente, o ato de criar pode se tornar mais desafiador e custoso, além de depender mais de outros profissionais”. Os artistas ressaltam que a mostra serve como um lembrete sobre a existência de uma comunidade comprometida em busca dos mesmos objetivos artísticos e que há um público interessado em apoiar a arte.
Descubra as obras:
ANÔNIMA
A obra ANÔNIMA explora o esforço constante e invisível das mães solo, abordando as dimensões física, emocional e social dessa rotina através de expressões corporais e sons que refletem a mente sobrecarregada daqueles que se dedicam ao cuidado.
DIREÇÃO: Ana Gabriela e Julia Eloisa
ATUAÇÃO: Anna Laura Arf, Clara Soares, Heloísa Ruivo e Isabela Ganello
ILUMINAÇÃO: Ana Gabriela e Julia Eloisa
SONOPLASTIA: Ana Gabriela e Isabela Ganello
FIGURINOS: Isabela Ganello
UM MOVIMENTO CHAMADO CRIOULÉ
A peça UM MOVIMENTO CHAMADO CRIOULÉ retrata os conflitos na família Campecorino após Ketlyn receber uma proposta de trabalho de um indivíduo com histórico duvidoso. Essa situação desencadeia discussões sobre quem realmente deve arcar com as despesas da casa, considerando que o dinheiro do primo Natanzin não é confiável e Linneuzinho, o avô da família, está gastando sua aposentadoria em apostas esportivas.
DIREÇÃO: Eric Noronha Pinho e Érik Murilo Laurentino Fontes
ATUAÇÃO: Heloísa Miranda, Leonardo Gael e Jackson Gabriel
ILUMINAÇÃO: Telma Lino e João Gabolli
ENQUANTO NÃO VENHO
A trama ENQUANTO NÃO VENHO narra a duradoura jornada de Ofeu e Ofélia. Eles são inseparáveis.
Enquanto um deles se desvanece, o outro continua a escrever sua história. Ofélia sempre acreditou nas joaninhas enquanto Ofeu depositava sua fé em Ofélia. No meio de um bosque encantado, eles partem em busca de uma joia lendária: a joaninha dourada. Quem a encontra descobre mais sobre si mesmo.
Entre perdas e descobertas, Ofeu e Ofélia percebem que o verdadeiro reencontro é com aquilo que estão se tornando.
“Enquanto Não Venho” é um conto sobre transformação, mas não mudança essencial. Uma busca pelo entendimento do eu entre o que permanece e o que deve ser deixado para trás. O antes e depois se entrelaçam.
DIREÇÃO: Heron Gabriel
ATUAÇÃO: Rafael Emílio, Giovana Oliveira e Matteo Saddi
ILUMINAÇÃO E SONOPLASTIA: Ayumi Takachi e Heron Gabriel
FIGURINOS: Heron Gabriel
DRAMATURGIA: Heron Gabriel
Ao final das apresentações, haverá uma discotecagem comandada pela DJ FRAN DABEATCH. Para mais detalhes, consulte o Instagram do Projeto.
