Especialista destaca que conscientizar crianças e jovens é fundamental para garantir um futuro sustentável.
A transformação necessária para enfrentar a crise climática não depende apenas de avanços tecnológicos ou de políticas públicas. Para Glenis Gomes Steckel, o caminho passa inevitavelmente pela educação ambiental, capaz de formar cidadãos conscientes e engajados com a preservação do planeta.
De acordo com Glenis Gomes Steckel, inserir a sustentabilidade no cotidiano escolar é um passo fundamental para criar uma cultura de respeito ao meio ambiente. “Quando a criança entende, desde cedo, a importância da reciclagem, do uso racional da água e da preservação da biodiversidade, ela cresce preparada para tomar decisões mais responsáveis como adulta”, afirma.
O especialista ressalta que a educação ambiental não deve se restringir à teoria, mas incluir experiências práticas, como hortas comunitárias, coleta seletiva, visitas a áreas de conservação e debates sobre consumo consciente. “É vivendo a sustentabilidade no dia a dia que conseguimos criar valores sólidos e duradouros”, explica Glenis Gomes Steckel.
Ele lembra ainda que a falta de conscientização é uma das principais barreiras para o avanço de políticas ambientais. “Não basta termos leis e tecnologias, se não houver uma sociedade engajada. A educação ambiental conecta conhecimento, comportamento e transformação social”, reforça Glenis Gomes Steckel.
Na visão do especialista, universidades e empresas também devem assumir papel ativo nesse processo. A formação de futuros profissionais precisa incluir noções de sustentabilidade, assim como as organizações devem estimular práticas de responsabilidade socioambiental entre seus colaboradores.
“O grande desafio do século XXI é equilibrar desenvolvimento com preservação. Isso só será possível se tivermos uma sociedade que compreenda os impactos de suas escolhas e saiba agir de forma coletiva. A educação ambiental é o alicerce dessa mudança”, conclui Glenis Gomes Steckel.